A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em agosto de 2026, com recuo de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre terminado em maio. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (29) pelo IBGE na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua.
Com o resultado, a população desocupada no país somou 5,8 milhões de pessoas, uma queda de 4,6% frente ao trimestre de março a maio. Já a população ocupada atingiu 103,5 milhões de trabalhadores, o maior patamar da série histórica, com alta de 0,8% em três meses.
O número de empregados no setor privado com carteira assinada somou 39,5 milhões de pessoas, também o maior contingente da série. O contingente de trabalhadores sem carteira no setor privado ficou em 13,7 milhões, e os trabalhadores por conta própria somaram 26,1 milhões. A taxa de informalidade foi de 37,5% dos ocupados.
O rendimento médio real habitual recebido pelos trabalhadores ficou em R$ 3.777, o que indica estabilidade na comparação trimestral e avanço de 3,7% em relação ao mesmo período de 2025. A massa de rendimento real habitual atingiu R$ 385,6 bilhões, o maior valor da série histórica da pesquisa.